ALEX CERVENY
nasceu em [born in] São Paulo/SP, Brasil, 1963
vive e trabalha em [lives and works in] São Paulo/SP, Brasil
formação {education]
Estudou desenho e pintura com Valdir Sarubbi (1978-1982).
Gravura em metal e técnicas de impressão com Selma D’affre(1982-1986).
Ainda em 1982 faz curso livre de litografia com Odair Magalhães na FAAP.
exposições individuais {solo exhibitions]
2009 “Paraguai”, Casa Triangulo, SP
2007 “Playlist”, Casa Triangulo, São Paulo, SP
2006 Galerie E&E, Ottersweier, Germany
2005 Ruta Correa Galerie, Alex Cerveny 15 Jahre, Freiburg, Germany
Desenhos de ilustração, Estação Pinacoteca,SP
2004 H.A.P. Galeria, Rio de Janeiro, RJ
2003 Teatro Losso Netto, Piracicaba, SP
2002 Casa Triângulo, São Paulo, SP
2000 Celma Albuquerque Galeria de Arte, Belo Horizonte, MG
De Etser, São José dos Campos, SP
Doações recentes , Centro Cultural São Paulo, SP
1999 Ruta Correa Galerie , Freiburg, Germany
Casa da Imagem , Curitiba, PR
Valu Oria galeria de arte , São Paulo, SP
1997 Galeria Sergio Porto , Rio de Janeiro, RJ
Joel Edelstein , Rio de Janeiro, RJ
1996 Valu Ória Galeria de Arte, São Paulo, SP
Casa Cambuquira , Belo Horizonte, MG
Ruta Correa Galerie , Freiburg, Germany
1994 Bianca Lanza Gallery, Miami, EUA
1993 LedisFlam Gallery, New York, EUA
Galeria Paulo Figueiredo, São Paulo
Galerie 20 x 2, Arnhen, Holland
1992 Galerie Ruta Correa, Freiburg, Germany
1990 Galeria Paulo Figueiredo, São Paulo, SP
1986 Galeria Unidade Dois, São Paulo, SP
1982 Elf galeria , Belém, PA
exposições coletivas {group exhibitions]
2009 Kunst_Buch_Raum, Alexander Von Humbolt – Buchlandlung, Potsdam, Alemanha
Nasca Korrespondenzen, Kunstturm, Rotenburg/Wümme, Alemanha
Correspondencias Nasca, Roemer und Pelizaeus Museum, Hildesheim, Germany
Nus, Galerias Fortes Vilaça/ Bergamin, SP
2008 ArtBasel/Miami, Miami, USA
Bordando Arte, Pinacoteca do Estado, São Paulo, SP
Arquivo Geral, C.Cultural da Justiça Eleitoral, Rio de Janeiro
Correspondências Nasca, Galeria Marta Traba, São Paulo, SP
The paper trail: 15 Brazilian artists, Alssopp Contemporary, London, England
Aquisições recentes, Pinacoteca do Estado de SP
Panorama dos Panoramas, MAM-SP
2007 Frieze Art Fair, London England
Arte BA’07, Buenos Aires, Argentine
Intimidades/Jogos perigosos, Marilia Razuk Galeria de Arte, São Paulo, SP
80/90 Modernos, pós modernos, etc, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP
Gabinete de desenho, MAM-SP
Coleção Itaú Contemporâneo, Itaú Cultural, São Paulo, SP
2006 Nazca correspondences, ZIF, Bielefeld, Germany
Sem titulo 2006 – Comodato E. Brandão e J. Fjeld, MAM-SP
Clube da gravura – 20 anos, MAM-SP
2005 Acervo Pinacoteca Municipal – CCSP
2004 Novas aquisições da coleção Gilberto Chateaubriand, Museu de arte moderna do Rio de Janeiro, RJ
Arquivo geral – Jardim Botânico, Rio de Janeiro, RJ; Paralela – São Paulo, SP
São Paulo 450 anos, Jornal o Estado de S. Paulo e Bolsa mercantil de futuros, São Paulo, SP
2003 Tecendo o visível, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP
Papéis, H.A.P. galeria, Rio de Janeiro, RJ
Casa Triângulo – 15 anos, São Paulo, SP
2002 A imagem do som rock-pop brasileiro, Paço Imperial, Rio de Janeiro, RJ
2001 A imagem do som de Tom Jobim, Paço imperial, Rio de Janeiro, RJ
2000 Cerâmica Brasileira, The British council, São Paulo, SP
A imagem do som de Gilberto Gil, Paço Imperial, Rio de Janeiro, RJ
A imagem do som de Chico Buarque, Paço Imperial – Rio de Janeiro, Centro Cultural de la Recoleta, Buenos Aires, Argentina
O Particular, desenhos,Centro cultural Cândido Mendes, Rio de Janeiro, RJ
20 Jahrë, Ruta Correa Galerie, Freiburg, Germany
1999 Litografias, CCSP, S. Paulo e CCBEU, Rio de Janeiro, RJ
1998 O Suporte da Palavra, MAM, São Paulo, SP
O Colecionador, MAM, São Paulo, SP
El Arte de Los Libros de Artista, Instituto de Artes Graficas de Oaxaca, Mexico
6ª Bienal de Pintura de Cuenca, Ecuador
1996 O Único, o Mesmo, o A-Fundamento, Valu Ória galeria de arte, São Paulo, SP
1995 Panorama da arte brasileira, MAM-SP
Artistas colecionistas, Valu Oria, São Paulo, SP
40 anos de desenho em São Paulo, Nara Röesler, São Paulo, SP
Arte brasileira para colorir, MASP, São Paulo, SP
Poética da resistência, Galeria SESI, São Paulo, SP
1994 Projeto Tamarind, Museu da Gravura, Curitiba, PR
Two Brazilian Printmakers, New Mexico University Museum, Albuquerque, EUA
Tamarind Institute, Albuquerque, EUA
Brasil Bienal Século XX, São Paulo, SP
Outros territórios , Festival Mix Brasil, MIS, São Paulo, SP
1993 Brazilian Art, O.K.Harris/David Klein Gallery, Detroit, EUA
1992 Mostra América, Curitiba, PR
R. B. Stevenson Gallery, La Jolla, EUA
1991 Viva Brasil Viva, Liljevalchs Konsthall, Stockholm, Sweden
XXI Bienal Internacional de São Paulo, SP
1990 II Bienal de Gravura de Amadora, Amadora, Portugal
Panorama de Arte Sobre Papel, MAM, São Paulo, SP
1989 Novos Valores da Arte Latino Americana, MAB, Brasília, DF
Artistas, MAM, São Paulo, SP
1988 Bienal da Gravura Latino Americana, San Juan, Puerto Rico
1987 Panorama da Arte Brasileira Sobre Papel, MAM, São Paulo, SP
Circuito Atelier Aberto (paralelo à XIX Bienal) São Paulo, SP
1986 Desenho, Gravura e Pintura, Paço das Artes, São Paulo, SP
trabalhos públicos [public works]
2001 Santo Antonio do Pinhal, SP, Projeto Paredes-pinturas, em colaboração com Monica Nador.
prêmios [awards}
1995 Prêmio aquisição Price Waterhouse do Brasil, Panorama '95, MAM, São Paulo
1991 Prêmio Secretaria de Estado da Cultura, XXI Bienal Internacional de São Paulo
1988 Prêmio Credicard, Salão Paulista de Arte Contemporânea
1986 Grande Prêmio Cidade de Curitiba, Mostra da Gravura Cidade de Curitiba
coleções[gcollections]
Museu de arte moderna de São Paulo, Brasil
Instituto cultural Itaú, São Paulo, Brasil
Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil
Centro Cultural São Paulo, Brasil
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Brasil
Tamarind Institute, Albuquerque, New Mexico, EUA
Senac Itaquera, São Paulo, Brasil
Senac Itapetininga, São Paulo, Brasil
Solar do Barão, Curitiba, Brasil
Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Brasil
Coleção de pratos e azulejos na ACTC(Associação de Assistência à Criança Cardíaca e à Transplantada do Coração), São Paulo, Brasil
Bibliografia
-Teixeira Coelho, “Coleção Itaú contemporâneo – arte no Brasil 1981 – 2006”, Itaú Cultural 2006
-Aguinaldo Farias, “Novos talentos da arte brasileira”(“Os prêmios como estímulo à produção artística no Brasil”) Instituto Tomie Ohtake, 2004, São Paulo
- Stephane Malysse(organizadora: Angélica de Moraes), "Brazilianart VI", 2006, ed Jardim contemporâneo, São Paulo
- Celso Fioravante(organizador: Olívio Tavares de Araújo), "Brazilianart III", 2002, ed Jardim contemporâneo, São Paulo
- Ronaldo Graça Couto, "Arte e artistas plásticos no Brasil", 2000, Metalivros, São Paulo
- Luís Henrique Horta, "Alex Cerveny", 2000, Celma Albuquerque galeria de arte, Belo Horizonte
- Claudia Saldanha, "Alex Cerveny – trabalhos recentes", 1999, Valu Ória galeria de arte, São Paulo
- Icléia Borsa Cattani e Maria Amélia Bulhões – “Porto Arte nº16” 1998, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
- Nelsom Aguilar(organizador), "Bienal Brasil século XX", 1994, Fundação bienal de São Paulo
- Marcelo Mattos Araújo(organizador: João Cândido Galvão), "XXIª Bienal internacional de São Paulo", 1991, Fundação bienal de São Paulo
- Jacob Klintowitz, "Imagens do comércio na arte", 1991, Empresa das artes/SESC, São Paulo |
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Danielle S de Carvalho Cavalcanti (Danielle Carcav)
Nasceu em 22 de março de 1977, em Natal, RN. Vive e trabalha no Rio de Janeiro desde 2008.
Formação
2011
UFF - Universidade Federal Fluminense - Engenharia Ambiental - Cursando 8º período
2009
Escola de Artes Visuais do Parque Lage , Rio de Janeiro/RJ.
Pintura Contemporãnea (João Magalhães E Walter Goldfarb)
Arte Contemporânea (Pedro França)
Módulo Avançado de Pintura (Suzana Queiroga/2009 e Ivair Reinaldim-Daniel Senise/2010)
Serigrafia (Evany Cardoso).
Arte e Crítica de arte: anos 70 e 80(Ivair Reinaldim)
Exposições selecionadas
2011
ABRE ALAS 7, A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, RJ.
SÓ PARA RAROS, SÓ PARA LOUCOS, Galeria Jaqueline Martins, São Paulo, SP
2010
XIII SAMAP, Casarão 34, João Pessoa, PB
“AQUI JAZ; AUSÊNCIAS”, instalação, Galeria Amarelonegro, Rio de Janeiro, RJ.
MOSTRA POP UP, Galeria Motor, Espaço Crânio, Rio de Janeiro, RJ.
ALÉM DO HORIZONTE(paisagens contemporâneas), Amarelonegro Arte Contemporânea, RJ.
35º SARP, Museu de arte de Ribeirão Preto Pedro Manoel - Gismondi, Ribeirão Preto,SP
19º ENCONTRO DE ARTES PLÁSTICAS DE ATIBAIA, C. C. Victor Brecheret, Atibaia, SP. (Menção honrosa pela série de aquarelas “AUSÊNCIA
DE CULPA: APROVEITE”)
SALÃO DE ARTES 2010,
Museu de arte Contemporânea, Campo Grande, MS.(PRÊMIO DE AQUISIÇÃO)
CONVERGING TRAJECTORIES, Modified Arts, Phoenix, Arizona USA
RETROSPECTIVA, Amarelonegro Arte Contemporãnea, Rio de Janeiro, RJ
NOVÍSSIMOS, Galeria Ibeu, Rio de Janeiro, RJ
38º. SALÃO LUIZ SACILOTTO, Santo André, São Paulo/SP
9º. SALÃO ELKE HERING, Museu de Artes de Blumenau,Blumenau/SC.
XIII SALÃO DE ARTES VISUAIS DA CIDADE DE NATAL, Capitania das Artes. Natal/RNMuseu de arte Contemporânea, Campo Grande, MS.(PRÊMIO DE AQUISIÇÃO)
CONVERGING TRAJECTORIES, Modified Arts, Phoenix, Arizona USA
RETROSPECTIVA, Amarelonegro Arte Contemporãnea, Rio de Janeiro, RJ
NOVÍSSIMOS, Galeria Ibeu, Rio de Janeiro, RJ
38º. SALÃO LUIZ SACILOTTO, Santo André, São Paulo/SP
9º. SALÃO ELKE HERING, Museu de Artes de Blumenau,Blumenau/SC.
XIII SALÃO DE ARTES VISUAIS DA CIDADE DE NATAL, Capitania das Artes. Natal/RN
2009
[SÓ VOCÊ E OS OUTROS PASSAM], EAV Parque Lage, Rio de Janeiro/RJ.
[SÓ VOCÊ E OS OUTROS PASSAM], Largo das Artes, Rio de Janeiro/RJ.
9º. SALÃO DE ARTES VISUAIS DE GARULHOS, Centro Cultural Prof. Adamastor, SP.
16º. SALÃO DE ARTES PLÁSTICAS DE TERESINA, Casa da Cultura, Teresina/PI.
XV SALÃO UNAMA de pequenos formatos, Galeria de Arte Graça Aranha, Belém/PA.
PROCURANDO RETICÊNCIAS
“O imaginário, muito longe de ser a expressão de uma fantasia delirante, desenvolve-se em torno de alguns grandes temas, algumas grandes imagens que constituem para o homem os núcleos ao redor dos quais as imagens convergem e se organizam.” Gaston Bachelard
Voltar através da memória ao espaço da infância, seja a minha ou dos outros, evocando alguns elementos culturais
presentes nessa vivência, e experimentar uma vivência imaginária dessa memória, essa é minha proposta. Acho que é um tipo de resgate ao espaço e tempo que tende a se apagar, não só no sentindo físico de tempo e espaço mas também no sentindo emocional. .Acredito que a infância é o período de vida no qual o ser humano se entrega sem restrições ao imaginário, criando e re-criando significados do que há ao redor, de modo constante. Meu processo está intimamente ligado ao ato de imaginar, como o imaginário absorve e se constroe. Os desenhos e a pintura que apresento são imagens compostas por fotografias de crianças, animais e alguns elementos de paisagem. Essas imagens são captadas em lugares como praças e parques. No caso das imagens infantis, me interessam crianças em estado contemplativo, reflexivo ou introspectivo. A partir dessas imagens aproprio-me da atmosfera psicológica, transpondo-a numa transição constante entre o desenho e a pintura, sem qualquer pretensão de hiper-realidade.
A presença de elementos aleatórios e diferença de escala entre os mesmos geram dois tipos de sensação, espacial e temporal. A primeira diz respeito a espacialidade de origem psicológica, as imagens que habitam esse espaço podem habitar a realidade porém esse espaço só pode ser habitado pela imaginação, pois ao mesmo tempo que as imagens se constituem como referenciais do real, as mesmas são configuradas de tal modo que o espaço se torna inóspito, tangível apenas pela imaginação. Em segundo, essas escolhas fazem com que as imagens tenha uma certa auto-suficiência possibilitando agrupamentos e não-agrupamentos e estes geram subtextos dentro da narrativa ou não-narrativa principal. Dessa maneira, crio um território psicológico entre o assunto da obra e o observador. A cor é o elemento que reforça a não- realidade no qual todo o ambiente é imerso. A experiência do lidar com a cor é em certa medida empírica, parte de experimentos individuais realizados no próprio fazer do trabalho. A decisão de finalizar ocorre quando consigo uma combinação de cores absurdas, estranhas e que até mesmo incomodem o observador num primeiro momento, para posteriormente evoquem no mesmo familiaridades a partir da memória de sua própria infância. Gosto de quando a cor acontece no trabalho por si e não como representação cromática de alguma forma, saindo da experiãncia visual e atuando também no campo sensorial. Em meu trabalho, cada imagem se constitui em torno de uma orientação imaginária que se compõe de sentimentos e emoções. Sentimentos e emoções que podem ser intimamente comuns e particularmente distintos para qualquer pessoa que o observe.
Danielle Carcav Janeiro de 2010 |